
Olhar aquela pétala de rosa branca me fez pensar no teatro, e em tudo que eu havia deixado para trás para seguir Louis.
Lembrei-me de quando Celeste me encontrou pela última vez na biblioteca do tetrao, quando ela que estava sentada no escuro, acendeu o abjour de luz amarelada que ficava ao lado da cadeira de Armand e me disse:
-Nem todas as coisas que queremos saber nos farão crescer.
Existem coisas que apenas tem o dom de ferir e não de amadurecer ou criar sabedoria..
Eu olhei para ela e disse que iria segur o meu caminho..
Celeste se levantou, caminhou até mim...e olhando em meus olhos disse-me:
"Existem caminhos que uma vez percorrido, não há chances de volta."
Ela saiu da biblioteca e não olhou para trás..
Na mesma noite segui para Paris e de lá para América.
Nunca mais vi a minha mestra e amiga.
Petrus olhava para mim, seu rosto de traços perfeitos não tinha nenhuma animação..
Eu procurei a luz das ruas...mas achei apenas o nevoeiro caracteristico daquela época do ano.
Voltei a olhar para Petrus e disse:
-Você iria comigo em busca dos meus mestres?
Petrus olhou para mim e me disse:
-Eu iria com você mesmo que esta não fosse a sua vontade.
Sorri e o abraçei...
Voltamos para a janela e recostei minha cabeça no peito dele que me segurava pelos quadris, enquanto olhávamos a bela Paris a nossos pés.
Seguindo o mapa e instruções de Magnus partimos para Holanda na noite seguinte..
Seguindo pistas que nos levavam a nada por noites e noites, já estava desistindo, começa a achar que Magnus havia feito alguma piada com a minha dor..Armand havia sido seu pupilo..e eu o havia abandonado.
Foi então que um toque na porta do quarto de hotel que estava hospedados trouxe uma grande surpresa...
Ao abri a porta, Petrus disse:
-Pois não!
Eu estava de costas, porém um caláfrio correu pelo meu corpo, eu reconheceria aquela voz onde quer que eu estivesse...era a voz de...
Continua no proximo post
Lembrei-me de quando Celeste me encontrou pela última vez na biblioteca do tetrao, quando ela que estava sentada no escuro, acendeu o abjour de luz amarelada que ficava ao lado da cadeira de Armand e me disse:
-Nem todas as coisas que queremos saber nos farão crescer.
Existem coisas que apenas tem o dom de ferir e não de amadurecer ou criar sabedoria..
Eu olhei para ela e disse que iria segur o meu caminho..
Celeste se levantou, caminhou até mim...e olhando em meus olhos disse-me:
"Existem caminhos que uma vez percorrido, não há chances de volta."
Ela saiu da biblioteca e não olhou para trás..
Na mesma noite segui para Paris e de lá para América.
Nunca mais vi a minha mestra e amiga.
Petrus olhava para mim, seu rosto de traços perfeitos não tinha nenhuma animação..
Eu procurei a luz das ruas...mas achei apenas o nevoeiro caracteristico daquela época do ano.
Voltei a olhar para Petrus e disse:
-Você iria comigo em busca dos meus mestres?
Petrus olhou para mim e me disse:
-Eu iria com você mesmo que esta não fosse a sua vontade.
Sorri e o abraçei...
Voltamos para a janela e recostei minha cabeça no peito dele que me segurava pelos quadris, enquanto olhávamos a bela Paris a nossos pés.
Seguindo o mapa e instruções de Magnus partimos para Holanda na noite seguinte..
Seguindo pistas que nos levavam a nada por noites e noites, já estava desistindo, começa a achar que Magnus havia feito alguma piada com a minha dor..Armand havia sido seu pupilo..e eu o havia abandonado.
Foi então que um toque na porta do quarto de hotel que estava hospedados trouxe uma grande surpresa...
Ao abri a porta, Petrus disse:
-Pois não!
Eu estava de costas, porém um caláfrio correu pelo meu corpo, eu reconheceria aquela voz onde quer que eu estivesse...era a voz de...
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Um comentário:
Oi Aline/Nina/Stelle
Seus textos continuam mravilhosos!
Adoro o jeito que você escreve pois lembra Anne Rice, e é ótimo ter alguém que ainda escreve como ela nesses tempos de Crepúsculo!!
Beijos
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