segunda-feira, 12 de julho de 2010

Deserre interrompe o encontro de Stelle e Armand!!




Ouvi aplausos perto de mim e de Armand.

Quando olhei vi Deserre d'Leancourt.

Sorrindo como se tivesse acabado de ver uma cena no teatro, aplaudia enquanto andava em nosso redor.


Tentei ir até ela, já me via agarrando seu pescoço..Mas Armand segurou-me e disse:


-Não ligue par ela cariño, não vale a pena perder tempo com Lestat e sua cria.


Olhei para ela, que trazia sempre em seu semblante o sorriso cínico que era igual ao de Lestat..Ela parou em nossa frente e fez uma reverência a Armand, dizendo:


-Saudações mestre do Teatro dos Vampiros.
Oh! esqueci-me, não existe mais teatro...que cabeça a minha.

Ela disse isso debochando, sorrindo, tocando a testa como se tivesse se lembrado de algo..mas era só fingimento.


-O que você quer de nós Deserre?

Vocês tem o teatro, expulsaram a mim e todos os mestres de lá, o que você quer mais?


-Ora Armand! Pelo que me tomas?

Só queria felicitar o casal pelo reencontro, não posso?

Eu sou uma amiga, testemunha da felicidade de vocês, não posso querer compartilhar desde momento de felicidade?


Tentei avançar nela outra vez, mais uma vez fui impedida por Armand.


-O que você e Lestat ganham com tanta maldade? O que vocês ainda podem querer de mim?

-Não queremos nada Armand!
Eu só vim ve-los como eu disse, e claro trazer uma novidade pra vocês.

-Não quero suas novidades Deserré! vem sempre carregadas de maldade, de veneno...

-Tem certeza que não quer saber doce e amavél Stelle?

-Não!

Deserré soltou um suspiro e se aproximando de mim, disse:


-Louis Point du'Lac está de volta também.
Esteve no castelo a sua procura Stelle..
Acho que ele veio buscar sua amada vampira de volta ...Armand.

Me soltei de Armand e voei até Deserré mostrando minhas presas a ela...agarrei-a pelo pescoço e apertei sua garganta...
Ela se arqueou, Armand ao longe falava algo que eu não conseguia atender.

Então a voz da mãe dos vampiros soou mais uma vez na noite!
A voz que era a torrente de sensações reais e irreais..

-Solte-a Stelle!

Olhei para o lado de onde vinha a voz.
O capuz escorregando pelas costas liberando seus longos cabelos negros...Ela em um piscar de olhos estava ao meu lado.
Segurando meu punho, livrou Deserré de minhas garras.
Ela caiu! olhei pra aquele rosto e sentindo como se o mundo estivesse girando mais rapido que o habitual eu só consegui dizer:

-Celeste.

Continua no proximo post



Um comentário:

Deze Rezende disse...

Hahah
Muito bom o post! Adoro cenas de briga! Adoreiiiii hehehe


Beijos