
....Virou-se para trás e viu Lestat com a adaga empunhada para atacar Marous pelas costas, em um segundo estavam os três unidos numa luta corporal, para que Lestat fosse jogado longe apenas com uma das mãos de Celeste.
Ele foi arremessado alguns metros a distância e Marius permaneceu no chão imovel, então celeste se aproximou de Lestat e agarrando-o pelo pescoço e suspendeu do chão, seus olhos ardiam como fogo, suas presas vampíricas sempre cuidadosamente encobertas pelo seus lábios agora eram mostradas como um cão raivoso, um leão antes de pular em sua presa fatalmente.
Lestat se debatia sobre o punho da mãe dos vampiros, ela gritava para:
-Achas que poderia acabar com Marius sem minha interferência?
Acha mesmo que eu deixarei você ir? maldito seja Lestat, porfanastes o templo do teatro dos vampiros em busca de sua vingança mesquinha.
Lestat se debatia sobre o punho cerrado e forte de Celeste, nunca tinha a visto com tanta raiva de alguém.
A doçura dela havia partido, não era nem de longe o esboço da mulher amavel e delicada que recebia à todos vampiros como filhos em sua casa.Ela continuava a gritar com Lestat.
-Por Deus que hoje eu te destruo, por Deus que hoje eu esqueço que Magnus disse para jamais tentarmos contra um de nossa espécie, e acabo com você, hoje passastes de todos os limites aceitaveis ou não.
Lestat já ia caindo das mãos de Celeste quando Deserre entrou no palco e antes que eu pudesse gritar ou intervir, a aprendiz do mal treinada por Lestat pegou a adaga no chão e a enfiou no ombro de Celeste, que soltou Lestat despencando ao chão do palco.
A mãe dos vampiros pegou então o castiçal que estava a seu alcançe e jogou contra Deserre que levou a mão a testa e logo teve o rosto banhado por sangue do ferimento causado por Celeste.
Lestat com o covarde que sempre foi fugiu deixando Deserre para trás, Celeste correu até Marius e o ajudou a levantar-se.
Armand chegou no teatro trazido pelos gritos da briga, quando ele chegou até Marius e Celeste ele observou que havia sangue nas vestes de ambos, mas antes que ele pudesse falar alguma coisa Celeste como se tivesse sido golpeada, caiu de joelhos.
Foi quando Marius viu a ferida no seu ombro, o desespero tomou conta do seu rosto e olhando para Armand ele disse:
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